às 15:42 de uma quarta sem graça me lembrei de como eu amava te fotografar.
num banco rabiscado da praça da igreja, com uma blusa branca, o rosto virado pra luz pálida de um poste, o cabelo molhado e um meio sorriso que dizia "claro que isso vai dar merda. nós. o mundo não suportaria que ficássemos juntos."
o sexo reconfortante as dez da noite, depois de seis partidas de sinuca e três garrafas de cerveja. tudo que nosso dinheiro pôde comprar.
você gemendo, meu último cigarro, música triste. isso poderia ser eterno. e é.
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